00 / Home

Não existe quem vença o paciente.

O Contrafluxo é uma tese simples: a alavancagem do mercado pode ser usada para extrair retorno de maneira controlada, todos os dias, em vez de buscar grandes movimentos ocasionais.

O Contrafluxo foi desenhado para não depender do que o mercado decide entregar. O resultado não vem de prever o cenário certo — vem de extrair o mesmo retorno-alvo em qualquer cenário. Constância onde os outros buscam sorte.

O projeto é uma conta real de Daytrade no mini índice Ibovespa, operada e documentada com a disciplina de uma gestora profissional desde setembro de 2025. O fundo é fictício. O capital, o risco e os resultados, não.

Operações

349

Assertividade

54,73%

Retorno total

+108,4%

Max drawdown

−R$691

Total

+R$1.084

Capital inicial

R$1.000

Desde

15/09/2025

Evolução do patrimônio

15/09/2025 → 30/06/2026

Fundo ContrafluxoCDIIbovespa (estimado)
03256509751.300set/25out/25nov/25dez/25jan/26fev/26mar/26abr/26mai/26jun/26

Benchmarks aproximados. CDI calculado com taxa de 14,75% a.a. Ibovespa estimado a partir da variação dos contratos WIN no período.

01 / Manifesto

Manifesto

O mercado não te deve nada.

Existe uma matemática silenciosa que devora patrimônio e que quase ninguém no Daytrade de varejo menciona. Se você tem R$1.000 e ganha 10%, vai para R$1.100. Se no dia seguinte perde 10%, vai para R$990. Não voltou para R$1.000. Sumiu R$10. Esse efeito — chamado de volatility drag — é o imposto invisível que todo operador que busca ganhos explosivos paga sem perceber, dia após dia.

A conclusão é incômoda e libertadora: ganhar menos é matematicamente mais eficiente do que ganhar muito de forma irregular.

O Contrafluxo nasceu dessa percepção. Não é escola de trades, não é canal de sinais, não é guru com boleta de cinco dígitos. É um experimento em tempo real: operar uma conta real de Daytrade — no mini índice, no ambiente mais hostil que existe para um investidor — com a disciplina e a documentação de uma gestora profissional. Alvo diário fixo. Risco declarado. Resultado exposto sem edição, com losses tendo o mesmo peso dos gains.

A alavancagem que atrai todo mundo é uma faca de dois gumes com a ponta da lâmina apontada pra você. Ela amplifica ganhos, perdas e, principalmente, o peso emocional de cada operação. É por isso que dois operadores com o mesmo curso e o mesmo setup têm resultados opostos: a diferença não está no método, está na relação de cada um com o dinheiro e com o risco.

O fundo é fictício. As operações, não.

A hipótese é simples: se o método é sólido, funciona com R$1.000 da mesma forma que funcionaria com R$100 milhões. Escala não muda processo. Processo é o que existe antes do resultado.

02 / O Projeto

O Projeto

Premissa.

O Fundo Contrafluxo não existe juridicamente — não tem CNPJ, cotistas ou registro na CVM. Existe uma conta real de Daytrade no mini índice Ibovespa, operada desde 15 de setembro de 2025 com capital inicial declarado de R$1.000 e documentada com o rigor de uma gestora profissional. O objetivo não é provar que Daytrade é fácil. É documentar, sem edição, o que acontece quando um operador individual aplica disciplina institucional no ambiente mais hostil do varejo.

A estrutura.

Opera exclusivamente no mini índice, sem posições carregadas para o dia seguinte. A regra de dimensionamento é direta: 1 contrato por R$1.000 de patrimônio, sem exceção. Aportes externos não estão previstos — o capital cresce, ou não, exclusivamente pelo resultado das operações.

As regras.

Não nasceram prontas; foram calibradas a partir de dados reais e comportamento real sob pressão. A versão atual: janela das 09h15 às 16h30, máximo de 4 operações por dia, alvo de 150 pontos contra stop de 300, trailing para o zero ao atingir 100 pontos de ganho, e trava automática de lucro aos 300 pontos. Tudo configurado diretamente na plataforma.

O que não é.

Não é recomendação de investimentos. Cada investidor carrega uma relação própria com o dinheiro e o risco — e essa relação determina resultados tanto quanto qualquer método. O Contrafluxo é um repositório de processo. Os dados estão aqui. O que você faz com eles é sua responsabilidade.

03 / Técnico

Técnico

Contexto.

Um setup não nasce da teoria. Nasce de leitura, teste, erro documentado e capital perdido ensinando o que nenhum livro consegue. A biblioteca que moldou essa abordagem é extensa — Flávio Lemos, Al Brooks, Alexander Elder, John Murphy, Mark Douglas, Mike Bellafiore, Tom Hougaard, Jack Schwager, Mark Minervini. Cada um contribuiu com uma camada.

Dois autores definem a espinha dorsal do que opera hoje: Jared Tendler na psicologia e gestão emocional. Robert Miner na estrutura técnica. Não é coincidência que esses dois pilares caminhem juntos. No Daytrade, separá-los é um erro de categoria.

A estrutura: dois tempos gráficos.

O setup é baseado na Dual Time Frame Momentum Strategy de Robert Miner. A premissa: nenhuma operação é executada sem que dois tempos gráficos estejam alinhados na mesma direção. Um define a tendência. O outro define a entrada.

No Fundo Contrafluxo: gráfico de tendência em 15 minutos e gráfico operacional em 5 minutos.

A escolha do 5 minutos não tem justificativa teórica elegante — foi o que os dados mostraram. O mini índice brasileiro opera com volatilidade e dinâmica próprias, distantes dos mercados para os quais Miner desenvolveu originalmente sua metodologia. O princípio é o mesmo. A calibragem é local.

O indicador: DT Oscillator.

O único indicador utilizado nos dois tempos gráficos é o DT Oscillator de Robert Miner. Nenhum parâmetro foi alterado da configuração original: PeriodoEstocastico 14, PeriodoSK 8, PeriodoSD 5, NivelSobrevenda 10, NivelSobrecompra 90.

Isso não é omissão. É uma decisão deliberada. Sistemas hiper-ajustados performam bem no passado e mal no presente. O instrumento opera como foi concebido.

A lógica: quando o DT Oscillator no 15 minutos indica momentum direcional claro — SK acima do SD em expansão — estabelece-se a tendência. A atenção se volta para o 5 minutos. Quando os dois tempos estão alinhados, a condição técnica para entrada está estabelecida. O alinhamento é condição necessária. Não suficiente.

O CatcherOsc.

Para tornar a leitura operacionalmente mais limpa, foi desenvolvido um indicador próprio — o CatcherOsc — que transforma o DT Oscillator em saída visualmente binária, aplicado simultaneamente nos dois tempos gráficos.

A lógica de cores: verde para momentum comprador, vermelho para momentum vendedor, azul para cruzamento para cima em sobrevenda, fúcsia para cruzamento para baixo em sobrecompra, amarelo para zona extrema sem alinhamento direcional.

Leitura operacional: verde nos dois tempos, contexto comprador. Vermelho nos dois, contexto vendedor. Qualquer divergência entre os tempos — sem operação.

O sinal de entrada: regra M3.

O alinhamento define o contexto. O sinal de entrada é dado pela regra de coloração M3 do trader brasileiro Charlles Nadder, baseada em médias exponenciais de 8 e 17 períodos com influência da teoria das Ondas de Elliott.

A mecânica: candles verdes representam potencial entrada compradora. Candles vermelhos, potencial entrada vendedora. O gatilho é preciso — violação da máxima do candle verde aciona a compra; violação da mínima do candle vermelho aciona a venda.

Um filtro permanece ativo: somente candles de até 300 pontos geram sinais válidos. Candles maiores são descartados. A razão é objetiva — um candle acima desse limite implicaria stop superior ao máximo de risco por operação definido pelo gerenciamento do fundo.

O fluxo completo.

DT Oscillator no 15 minutos — sem momentum direcional claro, sem operação. Confirmação no 5 minutos — sem alinhamento entre os dois tempos, sem operação. Sinal M3 dentro da janela de alinhamento — sem sinal válido ou candle acima de 300 pontos, sem operação. Entrada executada — ordens OCO pré-configuradas: 150 pontos de ganho, 300 de stop, trailing ativado aos 100 pontos com deslocamento para o zero. Operação em curso — acompanhamento via saldo de agressão, apenas como leitura de fluxo. Sem novas decisões.

A partir da execução, o sistema opera. O operador observa.

Uma nota sobre simplicidade.

Este setup vai decepcionar quem chega esperando complexidade. Dois tempos gráficos. Um oscilador sem ajuste de parâmetros. Uma regra de coloração para o sinal de entrada. Ordens OCO pré-configuradas.

Essa simplicidade não é limitação. É a proteção mais eficiente contra o principal adversário do operador: ele mesmo. Sistemas complexos demandam mais decisões em tempo real. Cada decisão adicional sob pressão é uma oportunidade para que o comportamento emocional substitua o processo racional.

O que é subjetivo no Fundo Contrafluxo está em outro lugar. Na leitura do próprio estado psicológico antes de sentar à frente da tela. Essa é a única variável que o sistema não automatiza. E é a que mais importa.

04 / Diário

Diário de Bordo

Não é um blog. Não é uma análise de mercado. Não é conteúdo produzido para ser consumido.

É um log. O registro operação a operação do que acontece quando um trader senta na frente de uma tela com dinheiro real, risco real e uma metodologia declarada — e tenta executar com consistência dia após dia, em um ambiente que cobra caro qualquer desvio de processo.

Cada entrada documenta dois planos simultâneos: o técnico e o humano. O que o gráfico mostrou e o que o operador sentiu. O racional da entrada e o estado psicológico no momento da execução. Os dois juntos porque separá-los seria desonesto — e porque a separação entre eles é exatamente onde a maioria dos traders perde dinheiro.

Não há edição narrativa. Dias ruins estão aqui com a mesma visibilidade que dias bons. Operações zeradas pelo trailing aparecem com o mesmo peso que gains de 150 pontos. O diário não existe para impressionar. Existe para documentar.

10/07/2026

LONG

+150 pts — Sessão 2 · Fechamento da semana

Contexto de mercado: DI abrindo em queda forte, com primeira barra de 15 minutos em −1,5%. Dólar congestionado o dia inteiro. Mini índice em gap de alta, fechando a primeira barra entre +1% e +1,5% — dissonância aberta com o intermercado. Às 09h55, leilão: barra de 1.425 pontos de amplitude, nascendo 270 pontos abaixo do +1,5% e marcando topo 320 pontos acima do +2%, com saldo de agressão próximo de 58 mil contratos. Fechamento com pavio relevante, correção de três candles e retorno à VWAP.

Setup identificado: Duas decisões, uma operação. Às 09h20, sinal nos 5 minutos com máxima violada e catcher alinhado — mas catcher dos 15 não comprado: Semáforo incompleto, sinal recusado. A operação teria dado lucro; não estava no sistema. Às 10h20, doji verde com catchers comprados nos dois tempos, Semáforo completo — compra na violação da máxima, ordem posicionada após o fechamento do candle de sinal.

Execução: Receio legítimo pré-ordem pela volatilidade do ambiente pós-leilão — risco de slippage dimensionado e aceito dentro dos parâmetros. 25 pontos de calor, saída no alvo em 31 segundos. Plataforma travada manualmente na sequência, por estado pessoal aquém do padrão — redução defensiva, sem justificativa exigida. Às 10h50, novo sinal idêntico pagou na tela, assistido sem posição e sem reentrada.

Resultado: +150 pontos. +R$30. Acumulado do fundo: +4.120 pontos / +R$1.264. Semana: +1.050 pontos, +R$210, cinco pregões, 12 operações — 7 gains, 5 breakevens, zero stops.

Nota de campo: O evento do dia foi o sinal que não virou ordem. A semana inteira o mercado pagou operação fora do sistema; hoje ofereceu a quarta parcela e a recusa veio antes do pagamento. Na segunda-feira, uma condição faltante não impediu a entrada; na sexta, impediu — mesmo teste, resposta invertida, cinco dias de distância. O medo, pela primeira vez na semana, ocupou a função correta: informou o risco sem vetar o sinal válido e sem fabricar um inválido. Trava manual por estado pessoal: motivo completo, decisão sem apelação. Semana encerrada com cinco calibragens incorporadas e o sistema instalado por inteiro. Gatilho financeiro da Regra de Escala cruzado: patrimônio de R$2.264. Sessão 2 de 3 concluída — segunda fecha o contador; terça, se limpa, primeiro pregão autorizado a 2 contratos. 55%. A cada clique.

09/07/2026

LONG

+150 pts — Sessão 1

Contexto de mercado: DI e dólar abrindo sem gap e caindo em movimento de livro — DI até −1%, dólar abaixo de −0,5%. Mini índice na direção oposta, como manda a consonância: subiu ao +0,5%, voltou ao ajuste, testou a máxima, voltou ao ajuste e retomou em direção ao +1%. Primeiro dia da semana em que o intermercado e o índice contaram a mesma história.

Setup identificado: Uma operação. Compra às 12h25 na violação da máxima, catcher alinhado, Semáforo completo — m3 confirmada em candle fechado, checklist lido antes da ordem. Primeiro LONG da semana após dez vendas consecutivas.

Execução: Zero pontos de calor. Saída no alvo de +150. Duração de quase 5 minutos — acima do habitual, efeito do volume reduzido do horário de almoço; registrado como dado, não como problema. Às 13h, com o gain no dia e o volume derretendo, plataforma travada por horário, por decisão defensiva.

Resultado: +150 pontos. +R$30. Acumulado do fundo: +3.970 pontos / +R$1.234. Quinto pregão verde consecutivo.

Nota de campo: A entrada foi limpa, mas o trade do dia foi a trava das 13h. A ansiedade de produzir mais resultado num mercado sem condição foi detectada antes de gerar qualquer ordem — pela primeira vez na semana, o alarme chegou antes do erro, e não depois. Fechar a torneira é sempre permitido. Cabine Única operante desde a abertura, chegada atrasada ao posto sem ansiedade de perda: a janela de operação é permissão, não obrigação. Sessão 1 de 3 concluída. 55%. A cada clique.

08/07/2026

SHORT

+150 pts — Falha de instrumento

Contexto de mercado: DI em gap de alta no +0,5%, devolveu metade sem fechar o gap e retomou até +0,75%. Dólar em gap de alta com primeira barra de queda forte fechando o gap, fundo em −0,5% e retorno à região do ajuste. Mini índice abriu em gap de queda de quase −1% e recuperou tudo na primeira barra de 15 minutos — cerca de 1.750 pontos, quase toda compradora. O catcher dos 15, ainda assim, passou a manhã inteira vendido. Lateralidade próxima ao topo até as 10h, com sinais de venda vetados pelo catcher dos 5 comprado. A partir das 10h05, queda forte: mínima renovada em três barras do 5 e correção até a VWAP.

Setup identificado: Três operações, todas na venda — 10h50, 11h15 e 11h30 — lidas em aba de consulta onde o filtro de amplitude de 305 pontos da m3 estava desligado. Nenhum dos três horários coincide com os cinco sinais que o sistema real gerou no dia (09h20, 09h30, 09h50, 10h00 e 11h55). Não foi decisão fora do processo: foi processo executado sobre instrumento descalibrado.

Execução: Primeira — 5 pontos de calor, 145 de exposição máxima devolvida, zero a zero. Segunda — zero de calor, 110 de exposição devolvida, zero a zero. Terceira — 205 pontos de calor; a divergência foi descoberta com a posição aberta, ao notar os candles da m3 brancos na aba operacional. Regra corrigida imediatamente, pausa física de um minuto no auge do calor, retorno com o trailing já no breakeven, trava reduzida de 4 para 3 operações ainda em posição — saída no gain e plataforma travada automaticamente. Revisão completa de todas as abas no pós-incidente.

Resultado: +150 pontos. +R$30. Acumulado do fundo: +3.820 pontos / +R$1.204 — nova máxima histórica.

Nota de campo: A falha de hoje é de outra classe. Não houve V1: a execução foi calma e correta sobre um mapa errado — duas telas exibindo "a mesma" regra com calibragens diferentes, sem hierarquia declarada entre elas. O filtro de 305 se validou pela ausência: exposições máximas devolvidas inteiras e 205 pontos de calor são a assinatura de quem entra no fim do impulso, não no começo. A resposta à crise foi o avanço real do dia — diagnóstico em posição, correção imediata, disjuntor físico, redução defensiva da trava e inspeção completa da cabine. Terceiro pregão consecutivo em que o mercado paga operação fora do sistema; pelo terceiro dia, o pagamento não é aceito como validação. Dia autodeclarado fora da contagem: o contador da Regra de Escala reinicia amanhã, na Sessão 1. Calibragem incorporada — Cabine Única: sinal operável só existe na aba operacional; a m3 sai de todas as abas de consulta; item zero do checklist verifica aba ativa e filtro antes da primeira ordem. Configuração se verifica, não se supõe. 55%. A cada clique.

07/07/2026

SHORT

+300 pts — Máxima histórica do fundo

Contexto de mercado: DI subindo forte, com topo logo acima de +0,5%. Dólar em gap de alta, sustentado a manhã inteira entre a VWAP e +0,5%. Mini índice subiu forte na primeira barra de 15 minutos, devolveu quase tudo, subiu de novo e falhou no rompimento do topo na região de +0,5% — a partir das 10h45, queda forte até fundo em −0,5%, correção até a abertura e nova pressão vendedora. O intermercado hostil cobrou a tentativa de alta.

Setup identificado: Quatro operações, todas na venda. Primeira às 10h20 — doji na VWAP com Semáforo completo. Segunda às 11h10 — Semáforo alinhado, mas o candle estourou a amplitude de 300 pontos nos últimos segundos, anulando a m3; a ordem já estava na pedra. Terceira às 11h50 — doji vermelho, entrada na violação da mínima no candle seguinte, Semáforo ok. Quarta — reentrada na mesma região com catcher dos 5 verde, respaldada pelo doji dos 15 no ajuste violado: fora do sistema.

Execução: Primeira — 20 pontos de calor, +150 em 33 segundos. Segunda — arrependimento instantâneo, breakeven manual na primeira oportunidade, encerrada no zero após ~50 pontos de calor; o gain que veio depois foi conscientemente recusado. Terceira — 100 pontos de calor, luz virando durante o candle, saída no zero por medo. Quarta — 10 pontos de calor, gain em 1min20s. Plataforma travada: 4 operações, lucro no dia.

Resultado: +300 pontos. +R$60. Acumulado do dia: +300 pontos. Acumulado do fundo: +3.670 pontos / +R$1.174 — máxima histórica, superando os R$1.173 de outubro/25.

Nota de campo: O avanço do dia foi de latência: ontem a violação foi reconhecida horas depois; hoje, na segunda operação, o arrependimento chegou em segundos e o dano foi contido. O padrão, porém, segue vivo — a saída por medo na terceira fabricou a reentrada da quarta, segunda violação paga em dois pregões. O mercado financia a exceção; o sistema agora a taxa. Três calibragens fechadas a frio: luz contra intra-trade exige breakeven ou saída, e reentrada só existe como trade novo com Semáforo completo; ordem só vai à pedra com candle de sinal fechado; Regra de Escala v1 — promoção a 2 contratos exige R$2.240 de patrimônio e 3 sessões consecutivas sem violação de processo, e violação zera o contador, custando somente isso. Contador iniciado hoje: zero. O fundo autoriza 2 contratos; o processo ainda não — e dessa vez a ordem certa é essa. Regra que mora na memória não sobrevive ao pregão: checklist lido, não lembrado, antes de toda ordem. 55%. A cada clique.

06/07/2026

SHORT

+300 pts — Abertura da semana

Contexto de mercado: DI e dólar amanhecendo truncados, com ligeira queda — pano de fundo que, em tese, pedia bolsa para cima. O mini índice fez o oposto: despencou forte na abertura, com a primeira barra de 15 minutos registrando mais de 1.600 pontos de amplitude na queda. Índice ignorando o intermercado é assinatura de fluxo vendedor genuíno. Tendência assumida forte desde o primeiro candle.

Setup identificado: Três operações. Primeira às 09h30 — primeiro sinal do dia, Semáforo 100% alinhado. Segunda às 09h50 — novo sinal válido dentro do processo, na continuação do movimento. Terceira às 10h50 — após mínima do dia às 10h25, correção até a VWAP rejeitada e retomada da queda: venda na mínima no primeiro candle fechando para baixo alinhado no catcher, mas sem confirmação da m3. Antecipação de gatilho — entrada fora do processo.

Execução: Primeira operação — 190 pontos de calor, +140 de exposição positiva máxima, trailing deslocado ao zero pela regra dos 100 e encerrada no zero a zero após 15 minutos. Segunda — 165 pontos de calor, 5 minutos de duração, encerrada no primeiro gain do dia; no candle seguinte à saída, catcher dos 5 virou comprado para a correção. Terceira — 19 segundos de duração, zero exposição negativa, encerrada no gain. Plataforma travada no lucro do dia.

Resultado: +300 pontos. +R$60. Acumulado do dia: +300 pontos. Acumulado do fundo: +3.370 pontos / +R$1.114.

Nota de campo: O trade mais importante do dia foi o pior — e deu lucro. A violação da terceira entrada não apareceu no momento de fragilidade; apareceu no melhor momento, com +150 no bolso. House money: com lucro acumulado, o cérebro recalcula o custo do erro e afrouxa o critério sem pedir licença. A indisciplina do dia ruim é grosseira e fácil de ver — a do dia bom se veste de leitura de mercado. O mercado pagou rápido e limpo por uma entrada incompleta, e esse é exatamente o problema: lucro por violação financia a próxima exceção. Nas duas primeiras operações, o processo funcionou como desenhado — o zero a zero da primeira foi a apólice cobrando prêmio em dia de amplitude expandida, e o calor de 165 da segunda foi o custo previsto de estar certo. O refinamento de sexta dizia: luz válida é luz de candle fechado. Hoje o mesmo princípio se estende ao gatilho: m3 confirmada em candle fechado é condição inegociável de entrada. Candle em formação não gera sinal, independente do resultado. A corrente agora tem elos de mesma resistência. Placar financeiro: +300, zero loss. Placar de processo: dois de três — e é o segundo que este diário existe para registrar. Regra fechada não negocia. Nem no lucro.

03/07/2026

LONG/SHORT

+300 pts — Fechamento da semana

Contexto de mercado: DI e dólar abrindo com leves gaps de queda e caindo ao longo da manhã, entre −0,5% e −1%. Mini índice abrindo em gap de alta com fibogap de livro — respeito à extensão de 100% na primeira tentativa de rompimento, queda até quase fechar o gap, retomada com rompimento do topo e perda de tração na região dos 111% ao final da manhã.

Setup identificado: Três operações. Primeira às 09h40 — candle de sinal 100% alinhado no Semáforo, entrada na violação da máxima. Segunda às 10h30 — venda com catchers vendidos nos dois tempos, mas ordem posicionada antes do fechamento do candle, que estourou a amplitude máxima (425 pontos). Terceira às 11h20 — compra com catcher dos 5 verde e dos 15 verde em formação, ainda não fechado.

Execução: Primeira operação — 65 pontos de calor, encerrada no gain de +150 em 1min50s. Segunda — 75 pontos de calor, stop deslocado manualmente ao breakeven, encerrada no zero após cotar +130. Terceira — 165 pontos de calor, 6 minutos de duração, encerrada no gain com saldo de agressão comprador. Plataforma travada com 3 operações e lucro no dia.

Resultado: +300 pontos. +R$60. Acumulado do dia: +300 pontos. Acumulado do fundo: +3.070 pontos / +R$1.054.

Nota de campo: A mudança do dia não foi técnica — foi estatística internalizada. Saber de antemão que mesmo entradas perfeitas perdem em torno de 45% das vezes transformou a relação com o risco antes do primeiro clique. O stop deixou de ser veredicto e virou custo previsto. Dois erros de execução aconteceram (ordem na pedra antes do fechamento; luz dos 15 lida em candle ainda aberto) e nenhum virou cascata — ambos administrados sem autopunição. Refinamento incorporado ao Semáforo: luz válida é luz de candle fechado. Semana encerrada no zero a zero, vindo de sequência pessoal pesada. Contexto considerado: não havia fechamento melhor disponível. 55%. A cada clique.

02/07/2026

LONG/SHORT

0 pts

Contexto de mercado: DI abrindo em alta, testando +0,5%, devolvendo tudo até −0,5% e lateralizando no ajuste. Dólar em movimento semelhante, testando quase −1% antes de retornar. Mini índice abrindo no ajuste, subindo com força acima de +1%, corrigindo ao +0,5% e renovando máximas em direção a +1,5%.

Setup identificado: Quatro operações. Primeira às 09h55 — compra em pullback do primeiro topo do dia, Semáforo 100% alinhado. Segunda às 10h05 — candle verde com catcher dos 5 vendido, dois de três alinhamentos. Terceira — venda na mínima violada com catchers vendidos mas candle de sinal não configurado. Quarta às 10h35 — compra na violação da máxima de candle de 930 pontos de amplitude.

Execução: Primeira operação — 45 pontos de MEP, stopada em −300 em 37 segundos. Segunda — 135 pontos de MEP, 235 pontos de calor, encerrada no zero a zero automático. Terceira — 80 pontos de calor, 270 de exposição máxima positiva, encerrada em +155 com stop manual reposicionado. Quarta — encerrada no gain de +145 em 25 segundos. Limite de operações removido durante o dia e reativado ao final. Plataforma travada no zero a zero.

Resultado: 0 pontos. R$0. Acumulado do dia: 0 pontos. Acumulado do fundo: +2.770 pontos / +R$994.

Nota de campo: O Semáforo durou uma operação — e a operação que ele validou foi tecnicamente perfeita: entrada limpa, leitura calma, stop respeitado. O resultado negativo de uma decisão correta desestabilizou mais que qualquer erro próprio já registrado neste diário. A sequência que se seguiu abandonou todas as regras em vigor. O dia terminou no zero pela combinação de execuções rápidas e sorte reconhecida — não pelo processo. Fica registrado o dado central: a diferença entre decisão de qualidade e resultado de operação ainda não está separada no processamento emocional. Enquanto essas duas coisas forem a mesma coisa, qualquer stop estatisticamente normal terá o poder de derrubar o sistema inteiro. Este é o gap. O trabalho agora é nele.

01/07/2026

LONG/SHORT

−450 pts

Contexto de mercado: Dólar com gap de alta, pullback no 0,5% e retomada de força buscando 1% ao final da manhã. DI com gap de alta, devolvendo tudo e lateralizando no zero antes de subir rumo a 0,5%. Mini índice com gap de baixa, queda acentuada até quase −1,5%, fundo às 10h10, seguida de forte recuperação e renovação da máxima do dia sem fechamento do gap.

Setup identificado: Quatro operações. Primeira às 09h45 — sinal nominalmente alinhado, mas execução atrasada, entrada 130 pontos após o movimento já ter avançado a favor. Segunda — reentrada na mesma região dois candles depois, mesmo "sinal". Terceira às 11h05 — compra com catcher dos 15 alinhado, catcher dos 5 não confirmado. Quarta às 11h30 — compra em pullback pós-máxima, alinhamento apenas no catcher dos 15.

Execução: Primeira operação — 20 pontos de exposição positiva antes de stopar; preço andou 30 pontos além do stop e renovou a mínima do dia. Segunda — 260 pontos de calor antes de retornar e encerrar no zero a zero automático. Terceira — 45 pontos de calor, encerrada no gain com +150. Quarta — apenas 10 pontos de exposição positiva em 7 minutos, stopada em −300. Plataforma travada no limite de 4 operações.

Resultado: −450 pontos. −R$90. Acumulado do dia: −450 pontos. Acumulado do fundo: +2.770 pontos / +R$994.

Nota de campo: Primeiro pregão de julho. Apenas a primeira operação teve sinal genuinamente alinhado — e mesmo essa foi comprometida por uma entrada perseguida. As duas últimas foram sustentadas por alinhamento parcial, não pelo processo completo. O dia expôs o padrão com clareza: confiança crescente após sequências positivas amplia a permissão para operar fora do critério pleno. Nasce hoje o Semáforo de Operação — catcher dos 5, catcher dos 15 e candle de sinal precisam estar simultaneamente verdes para qualquer entrada. Regra formalizada diretamente a partir dos dados deste dia.

30/06/2026

SHORT

+150 pts — Fechamento de junho

Contexto de mercado: DI e dólar abrindo normais, subindo a +0,5% e devolvendo tudo ao longo da manhã. Mini índice em queda forte, furando −0,5%, retornando à VWAP e posteriormente acentuando a tendência de baixa abaixo de −1%.

Setup identificado: Três operações. Primeira — doji vermelho na VWAP, catcher dos 15 vendido e dos 5 não, operada por price action. Segunda — candle de sinal que recebeu leva de vendas no fechamento e fechou fora do padrão (de 305 para 340 pontos). Terceira — operação fora do padrão na abertura das 10h30, "faca caindo".

Execução: Primeira operação atingiu 125 pontos de MEP, voltou e encerrou no zero a zero com 25 pontos de calor. Segunda — 150 pontos de MEP sem execução da ordem, 20 pontos de calor, encerrada no zero. Terceira — 200 pontos de exposição negativa em 4 minutos, stop deslocado manualmente para o zero ao retornar, encerrada no gain quando o preço desabou. Plataforma travada manualmente de 4 para 3 operações.

Resultado: +150 pontos. +R$30. Acumulado do dia: +150 pontos. Acumulado do fundo: +3.220 pontos / +R$1.084.

Nota de campo: Último dia do mês, chegada agitada por compromissos. A terceira operação foi a lição do mês condensada: faca caindo, 200 pontos de calor, fora do padrão — salva pelo stop manual no zero e pela trava imediata. O mesmo susto sob alavancagem maior teria sido grande demais para administrar. A decisão de não forçar a quarta operação, reconhecendo que não estava 100%, encerrou junho com disciplina.

Junho fecha com +R$330 e 1.650 pontos positivos. Um mês que incluiu um −600 numa única sessão, a reestruturação completa do site, e uma decisão difícil sobre alavancagem tomada com a cabeça no lugar. O fundo segue de pé.

29/06/2026

SHORT

0 pts

Contexto de mercado: Dólar com gap de alta subindo em direção ao fechamento. DI em gap de baixa, mesmo movimento, sem sustentação, lateralizando em −0,5%. Mini índice com gap de +0,5% devolvido por completo, falsa ameaça de teste de máxima no ajuste, seguida de renovação de fundos abaixo de −0,5%. Contexto confuso exigindo leitura do catcher para estabelecer direção.

Setup identificado: Quatro operações. Primeira às 10h — venda com catcher dos 15 comprado e dos 5 vendido, fora do alinhamento. Segunda — venda 100% alinhada no catcher. Terceira — fora do alinhamento completo. Quarta — doji vermelho na VWAP nos 5 minutos, catcher dos 15 ainda comprado mas com perda de fundo de candle de compra importante no price action dos 15.

Execução: Primeira operação stopada em loss em 3 minutos, com 80 pontos de MEP. Segunda encerrada no gain em 44 segundos. Terceira atingiu −205 de MEN e 105 de MEP, encerrada no zero a zero — operação tecnicamente ruim. Quarta — −45 pontos de calor, encerrada no gain em 52 segundos. Plataforma travada no zero a zero.

Resultado: 0 pontos. R$0. Acumulado do dia: 0 pontos. Acumulado do fundo: +3.070 pontos / +R$1.054.

Nota de campo: Penúltimo pregão do mês — período historicamente difícil. O dado mais claro do dia foi a correlação entre alinhamento e estado: as operações desalinhadas deram loss ou quase loss, duraram minutos (3:10 e 4:30) e deixaram saldo emocional pesado. As alinhadas duraram segundos (44s e 52s) e trouxeram sensação de liberdade — "fiz o melhor que pude e aceito o resultado". Na segunda operação, a lógica da V1 foi invertida: não operar um sinal alinhado seria cruzar a linha, não o contrário. A V1 deixou de ser só freio e virou bússola. O amadurecimento não só está acontecendo como está ficando cada vez mais nítido.

26/06/2026

LONG

+150 pts

Contexto de mercado: DI e dólar em queda atípica. Mini índice subindo, retornando ao zero e seguindo em direção à renovação de máximas do dia. Movimento truncado durante toda a sessão, com amplitudes recorrentemente fora dos limites da M3.

Setup identificado: Três operações. Duas primeiras às 11h — sem catcher 100% alinhado, mas com price action respaldando. Terceira — compra 100% alinhada no catcher.

Execução: Primeira operação encerrada no zero a zero com stop deslocado manualmente. Segunda — zero de calor, 125 pontos de MEP, voltou e encerrou no zero a zero. Terceira atingiu 145 pontos de calor e encerrou no gain. Plataforma travada com três operações.

Resultado: +150 pontos. +R$30. Acumulado do dia: +150 pontos. Acumulado do fundo: +3.070 pontos / +R$1.054.

Nota de campo: Dia tecnicamente truncado, amplitudes fora dos parâmetros da M3 durante boa parte da sessão. Encerrou no gain mesmo com as duas primeiras entradas fora do alinhamento completo. A decisão de não buscar a quarta operação — reconhecendo agitação e ansiedade acima do ideal — foi correta. A semana fecha no positivo depois de uma sessão que custou 600 pontos. Recuperar isso em poucos dias, sem cascata, é o sistema funcionando.

25/06/2026

SHORT

+300 pts

Contexto de mercado: DI em forte queda. Dólar com gap de alta fechado, lateralizando no fundo ao final da manhã. Mini índice em canal de alta, renovação de fundo, retorno ao canal e posterior renovação de topo do dia.

Setup identificado: Quatro operações. Primeira — compra no retorno ao canal, catcher não 100% alinhado mas com price action claro. Segunda — venda 100% alinhada no catcher. Terceira — venda com execução abaixo do esperado por força vendedora no último segundo do candle. Quarta — doji no 1% confirmado por doji nos 15 minutos, venda com alvo reduzido para 145 pontos.

Execução: Primeira operação atingiu 225 pontos de calor, voltou, cotou 125 de MEP e encerrou no zero a zero antes da explosão de alta. Segunda encerrada no gain — preço andou 70 pontos além da saída e voltou tudo. Terceira atingiu 105 pontos de calor e 115 de MEP, encerrada no zero a zero com +5 por slippage. Quarta encerrada no gain em um minuto com apenas 15 pontos de calor. Plataforma travada no lucro.

Resultado: +300 pontos. +R$60. Acumulado do dia: +300 pontos. Acumulado do fundo: +2.920 pontos / +R$1.024.

Nota de campo: Chegou tenso pelo resultado de ontem e nomeou o inimigo logo na entrada — ele mesmo. Essa consciência prévia mudou a condução do dia. Os sustos vieram, com destaque para os 225 pontos de calor da primeira operação, mas nenhum virou cascata. Cada um foi assimilado antes da operação seguinte. As entradas não estavam todas 100% alinhadas, mas o contexto técnico era genuinamente difícil e o resultado veio com a cabeça no lugar. Um bom dia — não pela perfeição da execução, mas pela recuperação do controle 24 horas depois de perdê-lo.

24/06/2026

LONG/SHORT

−600 pts

Contexto de mercado: Falha de conexão com o roteador de ordens na abertura, resolvida por volta das 09h40. Dólar com gap de alta, DI em forte queda, mini índice com gap de baixa e movimento de queda acentuado nos primeiros minutos, seguido de barras de menor amplitude indicando lateralização. Mercado posteriormente revertendo com força para alta, com saldo de agressão e price action confirmando o movimento.

Setup identificado: Seis operações no dia. Primeira — alinhada no setup. Demais operações — majoritariamente fora do setup, buscando capturar a amplitude do movimento de reversão.

Execução: Primeira operação — 20 pontos de exposição positiva, stopada após 11 minutos. Segunda — entrada na mesma região menos de um minuto depois, encerrada no gain em 2 segundos com −15 de exposição negativa. Terceira — fora do setup, 70 pontos de MEP e −130 de MEN, encerrada manualmente no zero a zero. Quarta — fora do setup, 5 pontos de exposição positiva, stop de −300 em 39 segundos. Quinta — repetição da entrada anterior, encerrada no gain em 21 segundos com +150 pontos. Sexta — 70 pontos de MEP, stop de −300 sem tempo de ajuste manual. Limite ampliado progressivamente de 4 para 6 e depois para 10 operações ao longo do dia.

Resultado: −600 pontos. −R$120. Acumulado do dia: −600 pontos. Acumulado do fundo: +2.620 pontos / +R$964.

Nota de campo: Dia de baixa adesão ao processo. Apenas a primeira operação esteve dentro do setup original. As demais foram majoritariamente motivadas pela amplitude do movimento, fora do alinhamento formal. O limite de operações foi ampliado três vezes ao longo do dia — sinal claro de que a V1 havia sido cruzada bem antes da última entrada. Plataforma travada após a sexta operação.

23/06/2026

SHORT

+300 pts

Contexto de mercado: DI com gap de alta, correção e fechamento do gap. Dólar lateral com tendência tímida de alta. Mini índice em gap de baixa, descendo discretamente acompanhando a VWAP.

Setup identificado: Duas operações, ambas vendas, ambas 100% alinhadas no setup.

Execução: Primeira operação às 09h40 — 3 minutos e 50 segundos de duração, MEN de −25 pontos, encerrada no gain. Segunda operação às 10h06 — 26 segundos de duração, MEN de −30 pontos, encerrada no gain. Plataforma travada automaticamente pelo limite de lucro no mesmo minuto da segunda entrada.

Resultado: +300 pontos. +R$60. Acumulado do dia: +300 pontos. Acumulado do fundo: +3.220 pontos / +R$1.084.

Nota de campo: Início de sinusite pós-viagem, provável queda da adrenalina acumulada. Sem academia nos últimos dois dias, mas sono relativamente bom. Dia tecnicamente simples — dois sinais limpos, execução objetiva, pregão resolvido em pouco mais de 25 minutos. Clareza mental notavelmente maior após a viagem. Margem de segurança alcançada para iniciar com 2 contratos. A decisão de quando começar será guiada pelo estado real, não por pressa ou meta artificial — exatamente o oposto da armadilha que o Contrafluxo existe para evitar.

22/06/2026

LONG

+150 pts — Primeiro dia pós semana de folga

Contexto de mercado: Retorno após período de viagem. Tendência de alta no intraday do win e queda no DI e no dólar. Contexto comprador no geral.

Setup identificado: Duas operações no dia. Primeira — dentro do setup, sem exposição negativa. Segunda — fora do setup, operação estendida por 17 minutos e meio.

Execução: Primeira operação encerrada no gain sem qualquer calor. Segunda operação — trailing stop deslocado manualmente para o zero aos 50 pontos de MEP, decisão que se mostrou acertada quando o preço reverteu na direção do stop original. Sem novas operações após isso. Plataforma travada automaticamente às 16h30 pelo horário.

Resultado: +150 pontos. +R$30. Acumulado do dia: +150 pontos. Acumulado do fundo: +2.920 pontos / +R$1.024.

Nota de campo: Viagem exaustiva mas conduzida sem crises, sem perder o rumo — quatro anos de espera valeram a pena. Retorno reenergizado. O dia foi curto e deliberadamente contido — duas operações, pouco tempo de tela, descanso priorizado. O fundo atinge R$1.024, a marca técnica para escalar a 2 contratos pela regra de 1 contrato por R$1.000 de patrimônio. A decisão de aguardar mais um dia de 300 pontos antes de escalar é a disciplina aplicada ao próprio sucesso — margem de segurança antes de aumentar exposição. Energizado, feliz, e já pensando na próxima viagem como combustível para o trabalho.

12/06/2026

SHORT

+300 pts — Fechamento da semana

Contexto de mercado: Mercado testou o fundo anterior chegando a mais de 200 pontos abaixo da linha de −1%, reverteu tudo com saldo de agressão comprador intenso e renovou topo a +0,5% no dia. Retorno à VWAP, falha no rompimento da cabeça do pivô, pequena lateralização nos 5 minutos próxima ao ajuste.

Setup identificado: Três operações. Primeira — venda 100% alinhada no catcher. Segunda — venda em doji com pavio tocando a VWAP, catcher dos 5 no limite, virando verde no momento da entrada. Terceira — venda sem sinal claro alinhado, embasada exclusivamente em price action na lateralização.

Execução: Primeira operação atingiu 120 pontos de MEP e encerrou no zero pelo trailing. Segunda encerrada no gain com +150 pontos. Terceira atingiu −260 pontos de calor — pior operação da semana — antes de reverter e encerrar no gain. Plataforma travada pelo limite de lucro.

Resultado: +300 pontos. +R$60. Acumulado do dia: +300 pontos. Acumulado do fundo: +2.770 pontos / +R$994.

Nota de campo: A semana fecha no alvo máximo do dia — mas a terceira operação precisa ser registrada com a honestidade que o diário exige. Foi executada sem sinal, sem confiança, movida pelo desejo de que desse lucro e travasse a plataforma. Deu. E é exatamente por isso que é perigosa: o gain valida o comportamento errado. −260 pontos de calor foi o preço do desconforto. O resultado positivo não muda a classificação da decisão. Atenção redobrada na próxima semana. Uma semana tecnicamente brutal encerrada com +600 pontos e a cabeça no lugar — a fidelidade ao plano segue sendo o ativo mais valioso do fundo.

11/06/2026

LONG/SHORT

+150 pts

Contexto de mercado: Mais um dia tecnicamente complexo numa semana inteira assim. Candles de amplitude acima do usual, sinais escassos no gráfico. Diário lateral com intraday seguindo canais — padrão que na maior parte do tempo não se encaixa no setup. Volatilidade alta por candle sem range significativo no dia como um todo.

Setup identificado: Quatro operações. Duas primeiras — entradas pelo price action da lateralidade, fora do setup formal. Duas últimas — 100% alinhadas no catcher.

Execução: Primeiras duas operações encerradas no zero a zero com stop deslocado manualmente para o breakeven antes dos 100 pontos de MEP — gestão deliberada de exposição em entradas fora do plano. Terceira operação retornou ao zero pelo trailing automático. Quarta encerrada no gain. Plataforma travada.

Resultado: +150 pontos. +R$30. Acumulado do dia: +150 pontos. Acumulado do fundo: +2.470 pontos / +R$934.

Nota de campo: A semana expôs um custo invisível: cada operação fora do setup gasta um cartucho do limite diário que poderia ser usado por um sinal alinhado mais tarde. As duas primeiras entradas de hoje consumiram vagas que, mantidas, poderiam ter permitido fechar o dia com 300 pontos. O custo não é só o risco da operação — é o custo de oportunidade dentro do próprio sistema de travas. Dois stops na semana, ambos seguidos de recuperação com a cabeça no lugar. Difícil tecnicamente, mas a fidelidade ao plano está sendo defendida com todas as forças — e isso vale mais que o resultado financeiro. Amanhã encerra a semana.

10/06/2026

SHORT

0 pts

Contexto de mercado: Canal de baixa predominante. Estrutura operável dentro das regiões de falha do canal.

Setup identificado: Quatro operações. Primeira — candle alinhado no catcher mas com 350 pontos de amplitude, acima do parâmetro. Segunda — mesma entrada, insistência no erro. Terceira — venda próxima ao fundo do canal, catcher alinhado nos dois tempos. Quarta — venda no fundo do canal, alinhamento nos 15 minutos com saldo de agressão derretendo nos 5.

Execução: Primeira operação — −15 de calor, +90 de MEP, stop manual no breakeven, saída com −5 por slippage. Segunda operação stopada em loss. Terceira encerrada no gain com +155 pontos. Quarta encerrada no gain com +150 pontos. Plataforma travada.

Resultado: 0 pontos. R$0. Acumulado do dia: 0 pontos. Acumulado do fundo: +2.170 pontos / +R$874.

Nota de campo: Cheguei mais regulado que nunca para operar. Os efeitos da atividade física matinal estão claros. A primeira operação foi forçada — candle acima do parâmetro de amplitude. A segunda repetiu o erro e foi stopada. A diferença em relação às semanas anteriores: nenhuma raiva. O stop foi registrado como dado, não como ofensa. "Tenho mais duas operações e tudo para voltar ao zero a zero" — esse pensamento, calmo, no lugar da cascata. A academia pela manhã regula o sistema nervoso antes da tela e está se mostrando a trava anti-cascata mais eficiente identificada até agora. Mais um dia que poderia ter sido loss e foi mantido sob controle. Seguimos.

09/06/2026

LONG

+150 pts

Contexto de mercado: Gap de alta na abertura do mini índice em direção ao fechamento. DI lateral, dólar em gap de baixa fechando o gap. Canal de alta com estrutura de topos e fundos ascendentes. Lateralidade predominante durante boa parte da sessão.

Setup identificado: Quatro operações. Primeira — compra com máxima rompida perto da VWAP, alinhamento parcial. Segunda — compra cerca de 5 minutos depois, mesma região, fora do setup ideal. Terceira — trade de lateralidade clássico no fundo do canal. Quarta — doji nos 15 minutos com máxima violada na mesma região de compra nos 5 minutos, teste de fundo mais profundo.

Execução: Primeira operação atingiu +135 pontos, voltou e encerrou com −5 por slippage. Segunda atingiu −290 pontos de calor antes de recuperar, encerrada com +5 para compensar slippage anterior. Limite ampliado para 8 operações após segunda entrada. Terceira encerrada no gain em 10 segundos com 25 pontos de calor. Quarta operação — 12 minutos de agonia, 135 pontos de calor, encerrada no zero a zero. Limite reconfigurado para 4 e plataforma travada.

Resultado: +150 pontos. +R$30. Acumulado do dia: +150 pontos. Acumulado do fundo: +2.320 pontos / +R$904.

Nota de campo: Manhã conturbada. Operou fora do setup durante boa parte do dia, e sabe disso. O que diferencia hoje de ontem não é o resultado, é o grau de consciência durante as operações. A MEP de 290 pontos na segunda entrada foi um susto que poderia ter desencadeado uma cascata. Não desencadeou. Nem todo dia será céu de brigadeiro. Operar fora da zona de conforto com um mínimo de sanidade e responsabilidade também é uma habilidade. Crescimento dolorido, mas necessário.

08/06/2026

LONG/SHORT

0 pts

Contexto de mercado: DI e dólar abrindo com gap de baixa e forte tendência de alta. Mini índice em gap de alta, fechamento imediato do gap, seguido de sequência de tentativas frustradas de renovar máxima intercaladas com novas mínimas. Canal de baixa dominante há vários dias definindo as regiões de falha.

Setup identificado: Três sinais de compra até 09h40 — nenhum alinhado, nenhum operado. Primeira entrada às 11h10 — compra no teste do fundo, violação da máxima do candle de mínima do dia, fora do alinhamento do catcher. Segunda entrada às 11h25 — 100% alinhada no catcher. Quatro entradas seguintes operando o canal de baixa com limite ampliado para 8 operações.

Execução: Primeira operação atingiu 145 pontos e encerrou com −5 pontos por slippage. Segunda operação — 5 pontos de exposição positiva, stop loss de 300 pontos. Terceira operação encerrada com +155 pontos. Quarta e quinta operações com stops manuais deslocados para breakeven aos 95 pontos — trailing automático não ativado por impaciência. Sexta operação encerrada no gain em 1 minuto. Limite reconfigurado para 4 e plataforma travada.

Resultado: 0 pontos. R$0. Acumulado do dia: 0 pontos. Acumulado do fundo: +2.170 pontos / +R$874.

Nota de campo: Final de semana de sobrecarga sensorial intensa. O sistema nervoso chegou segunda-feira já no limite. Era um dia para não ter operado e isso foi reconhecido durante a manhã, não só depois. A V1 foi cruzada antes da primeira operação. Seis trades, limite ampliado, terreno desconhecido. O zero a zero foi salvo, não conquistado. A diferença importa. Amanhã é outro dia, com a rotina se restabelecendo.

05/06/2026

SHORT

0 pts

Contexto de mercado: Sexta-feira pós-feriado. Volume reduzido. DI e dólar subindo. Mini índice seguindo pra baixo mas sem tendência definida. Volatilidade extremamente elevada — candles recorrentes acima de 500 pontos de amplitude inviabilizando sinais válidos durante boa parte da sessão.

Setup identificado: Primeira entrada — candle de 515 pontos de amplitude, completamente fora dos parâmetros. Segunda entrada — mesma lógica, mesma falha, encerrada no gain por sorte. Terceira entrada às 11h40 — venda justificada pelo teste na parte superior do canal de baixa, sem sinal formal. Quarta entrada às 13h15 — doji vermelho acionado simultaneamente nos 5 e nos 15 minutos, 100% alinhado.

Execução: Primeira operação stopada em loss após candle subsequente de 620 pontos de amplitude contra a posição. Segunda encerrada no gain antes do esperado pelo movimento rápido — MEP de 245 pontos com alvo de 150. Saída da tela após a segunda operação. Retorno após 5 minutos na sacada. Terceira operação atingiu 125 pontos e encerrou no zero a zero. Quarta operação encerrada no gain com 60 pontos de calor. Plataforma travada.

Resultado: 0 pontos. R$0. Acumulado do dia: 0 pontos. Acumulado do fundo: +2.170 pontos / +R$874.

Nota de campo: Semana com bastante ruído — feriado, volatilidade elevada, dias no fio da navalha psicológico. Hoje o loss estava amadurecendo desde segunda. Chegou. As duas primeiras operações foram completamente fora dos parâmetros — candles de amplitude absurda, lógica de "a volatilidade vai me ajudar" que é exatamente o tipo de raciocínio que antecede a V1. O stop da segunda operação chegou antes da V1 completa. Cinco minutos na sacada olhando a silhueta da cidade fizeram o trabalho que a disciplina não conseguiu sozinha. Retornou, esperou, e fechou o dia no zero. Semana encerrada com +600 pontos operando abaixo do padrão. O número que vem será operando dentro dele.

03/06/2026

SHORT

+150 pts

Contexto de mercado: DI e dólar abrindo com gap de alta e subindo. Mini índice em movimento contrário. Volatilidade elevada durante toda a sessão, com movimentos amplos e candles de alta amplitude dificultando a leitura de sinais válidos.

Setup identificado: Primeira entrada às 09h40 — 100% alinhada no catcher. Segunda entrada — doji vendido após última tentativa compradora, catcher alinhado momentaneamente. Terceira entrada — candle não configurado como sinal, alinhamento parcial e momentâneo no catcher dos 5 minutos.

Execução: Primeira operação atingiu 210 pontos de calor em quase 8 minutos. Stop deslocado manualmente para o zero aos +55 pontos. Encerrada no breakeven. Preço desabou 10 segundos depois. Segunda operação atingiu 135 pontos de MEP, voltou e encerrou no zero a zero em 26 segundos. Terceira operação encerrada no gain em 37 segundos. Plataforma travada automaticamente pelo limite de 3 operações.

Resultado: +150 pontos. +R$30. Acumulado do dia: +150 pontos. Acumulado do fundo: +2.170 pontos / +R$874.

Nota de campo: Dia iniciado com ressaca emocional do stress de ontem, sinusite em desenvolvimento e sono pesado apesar de quase 10 horas de descanso. O corpo sinalizava antes da tela ser aberta. A primeira operação foi correta — 210 pontos de calor em 8 minutos testaram a paciência e o stop manual foi uma decisão razoável dado o contexto. A V1 foi atingida na terceira entrada — sem gatilho explícito de raiva, sem fúria, apenas uma sequência de operações fora do setup que não é o padrão habitual. O limite de operações fez o trabalho que o julgamento não fez. A semana fecha amanhã com feriado. 600 pontos acumulados operando abaixo do padrão. O número seguinte virá operando dentro dele.

02/06/2026

LONG

+150 pts

Contexto de mercado: Mini índice abrindo em gap de alta leve, montando canal de alta nos 5 minutos com amplitude elevada nos movimentos. DI e dólar em canal lateral durante praticamente todo o dia. Ausência de candles de sinal válidos até as 11h40 por excesso de amplitude.

Setup identificado: Primeira entrada às 11h10 — candle verde de exatamente 300 pontos de amplitude com catcher 100% alinhado. Após delay da regra, candle ficou branco mas amplitude mantida. Segunda entrada às 12h25 — doji relativamente afastado das médias com 15 minutos forte, catcher dos 5 vendido. Terceira entrada — repetição do setup anterior após zero a zero, executada reconhecidamente fora do estado ideal.

Execução: Primeira operação encerrada em 4 segundos no gain — recorde de velocidade. Pernada íngreme marcou a máxima do dia. Segunda operação atingiu 135 pontos de exposição positiva, voltou e encerrou no zero a zero pelo trailing. Terceira operação gerenciada manualmente — stop deslocado para zero a zero aos 10 pontos de ganho, encerrada no breakeven após atingir 35 pontos. Plataforma travada manualmente com operação disponível ainda no dia.

Resultado: +150 pontos. +R$30. Acumulado do dia: +150 pontos. Acumulado do fundo: +2.020 pontos / +R$844.

Nota de campo: A terceira entrada foi reconhecida como errada no momento da execução — não depois. Os 135 pontos de exposição positiva na segunda operação criaram o elo. O quase lucro é um gatilho mais traiçoeiro que o loss: o cérebro interpreta como confirmação e pressiona para repetir. A V1 foi identificada, mas cruzada mesmo assim. O que não foi cruzado foi o passo seguinte — a plataforma foi travada com uma operação ainda disponível. O processo segurou o que o impulso tentou soltar. Junho segue positivo.

01/06/2026

SHORT

+300 pts

Contexto de mercado: DI e dólar abrindo com gap de alta leve rapidamente fechado, fazendo fundo e subindo forte após notícia de acordo EUA-Irã mais distante. Mini índice abrindo com gap de alta fechado, pressionado abaixo do fechamento de sexta.

Setup identificado: Primeira entrada às 10h00 — candle vermelho 100% alinhado no catcher com violação da mínima. Segunda entrada às 11h10 — doji vermelho na região de 76,4 de fibonacci após respiro do movimento, alinhado nos 15 minutos mas não confirmado nos 5 do catcher. Sinal das 10h55 identificado e recusado conscientemente por desalinhamento recorrente — decisão correta.

Execução: Primeira operação encerrada em 16 segundos no gain, com exposição negativa máxima de 35 pontos. Segunda operação encerrada em 54 segundos no gain, com exposição negativa máxima de 25 pontos. Volume intenso nas vendas respaldou ambas as entradas.

Resultado: +300 pontos. +R$60. Acumulado do dia: +300 pontos. Acumulado do fundo: +1.870 pontos / +R$814.

Nota de campo: Primeiro dia de junho. Chegou descansado, tranquilo, presente. A diferença foi perceptível desde a primeira operação. Na segunda entrada, identificou em tempo real uma descarga de adrenalina e ansiedade acima do padrão — sinal imediato de que estava saindo do plano original. Nomeou isso durante a operação, não depois. Esse é o indicativo mais precoce de teste da V1 que já foi identificado. Vale monitorar com atenção nos próximos dias: o corpo avisa antes do cérebro racionalizar. Junho começa com dois gains, dois trades, processo dentro do padrão.

29/05/2026

SHORT

+150 pts — Fechamento de maio

Contexto de mercado: DI completamente lateralizado na abertura. Dólar subindo em canal de alta. Mini índice abrindo em gap de alta leve, seguido de canal de baixa tímido fechando o gap. Por volta das 10h, queda brusca de quase 1%, seguida de volta em V tocando no ajuste do dia e deixando um doji na VWAP.

Setup identificado: Sinal de venda na perda da mínima do doji na VWAP. Catcher vendido nos 5 minutos, ainda não confirmado nos 15. Price action pesou na decisão. Risco assumido conscientemente, fora do alinhamento completo.

Execução: Entrada SHORT. Operação encerrada no gain em 36 segundos. Plataforma travada manualmente em seguida — decisão deliberada de não voltar.

Resultado: +150 pontos. +R$30. Acumulado do dia: +150 pontos.

Nota de campo: Último dia do mês. Último dia da semana. Uma semana que incluiu um dia de fúria, dois zeros, um dia tecnicamente complexo e um fechamento positivo. A cautela foi o critério do dia — e foi honrada. Uma operação, resultado positivo, plataforma travada. Não por falta de vontade de operar, mas por clareza sobre o que o momento pedia.

Maio fecha com +R$152 e 56,52% de assertividade em 46 operações. Com capital reduzido, após drawdown, com 1 contrato. O processo sobreviveu ao mês mais difícil do histórico recente e chegou de pé no último pregão.

Acumulado desde 15/09/2025: +R$754. 292 operações. 55,82% de assertividade.

O fundo é fictício. Os números, não.

28/05/2026

LONG/SHORT

0 pts

Contexto de mercado: DI e dólar futuro nos 15 minutos abrindo em gap de alta em direção ao fechamento. Mini índice abrindo em gap de baixa subindo forte para fechar o gap. Volta em V no meio da manhã testando a mínima do dia, seguida de recuperação e longa lateralização durante a tarde.

Setup identificado: Quatro operações executadas. Primeira às 09h45 — compra 100% alinhada na região do 141 do fibogap com alvo no 161. Segunda às 11h25 — compra 100% alinhada em pullback após renovação do topo. Terceira às 11h35 — entrada executada por ordem gigante de compra nos últimos segundos do candle, que fechou fora do padrão de sinal. Quarta às 15h55 — venda no fundo da lateralização com volume crescente no saldo de agressão.

Execução: Primeira operação atingiu 205 pontos de calor, cotou 105, trailing deslocado para o zero a zero, encerrada no breakeven. Segunda atingiu 20 pontos de calor e foi stopada em loss. Terceira encerrada no gain em aproximadamente um minuto pelo momentum da ordem institucional. Quarta atingiu 150 pontos e encerrada no gain. Limite de 4 operações atingido.

Resultado: 0 pontos. R$0. Acumulado do dia: 0 pontos. Acumulado do fundo: +1.570 pontos / +R$724.

Nota de campo: Tecnicamente um dos dias mais difíceis dos últimos tempos. Volta em V, lateralização prolongada, sinais não alinhados em abundância durante a tarde. A decisão de se afastar da tela às 13h20 foi correta — e custou quatro operações que teriam sido três gains e um loss. O custo de não operar foi menor que o risco de operar mal. Quatro operações perdidas no intervalo não são prejuízo. São o preço da disciplina. Amanhã é o último dia do mês.

27/05/2026

SHORT

+155 pts

Contexto de mercado: Mercado acelerado na abertura mas sem sinais de alinhamento nas primeiras horas, dentro do setup. Atividade concentrada no final da manhã e início da tarde. Contexto vendedor dominante durante a trading session.

Setup identificado: Quatro entradas ao longo do dia. Primeira às 11h55 — doji vermelho na VWAP com catcher vendido nos 15 minutos mas não nos 5. Entrada executada por peso de price action, fora do alinhamento completo. Segunda às 12h55 — 100% alinhada, catcher vendido nos dois tempos. Terceira às 13h30 — alinhamento presente na entrada, catcher dos 5 minutos virou verde durante a operação. Quarta às 13h40 — catcher verde nos dois tempos, entrada executada sem perceber o desalinhamento.

Execução: Primeira operação atingiu 100 pontos de calor, voltou para o zero e encerrou no lucro pelo trailing. Segunda atingiu o trailing, lateralizou no 5 minutos e encerrou no zero a zero. Terceira encerrada manualmente no zero a zero quando o catcher reverteu durante a operação — decisão correta. Quarta gerenciada manualmente, encerrada com +5 pontos após o preço atingir 95 pontos de calor e retornar.

Resultado: +155 pontos. +R$31. Acumulado do dia: +155 pontos. Acumulado do fundo: +1.570 pontos / +R$724.

Nota de campo: Um dia depois de −450 pontos, terminar no positivo tem um peso desproporcional — e isso precisa ser registrado com honestidade. Das quatro operações, apenas uma foi 100% dentro do processo. A primeira tinha price action válido mas catcher desalinhado. A terceira foi encerrada corretamente quando o setup invalidou durante a operação. A quarta foi executada com o único objetivo de travar a plataforma — e o desalinhamento do catcher passou completamente despercebido. O preço foi generoso. O processo não foi. Os limites de ontem não foram cruzados hoje, mas a margem foi menor do que o resultado sugere. O alívio é legítimo. A análise também precisa ser.

26/05/2026

SHORT

−450 pts

Contexto de mercado: DI e dólar futuro nos 15 minutos sem direção clara na abertura. Mini índice sem confluência entre os tempos gráficos no início da sessão.

Setup identificado: Às 11h25, sinal aparente de alinhamento. Entrada executada sem aguardar confirmação no candle seguinte — condição de entrada não totalmente satisfeita.

Execução: Três operações no dia. Primeira com stop de 300 pontos por entrada fora das regras. Segunda com stop reduzido para 150 por tentativa de limitar dano — alteração unilateral do gerenciamento. Terceira encerrada no zero a zero pelo trailing. Plataforma travada após o terceiro trade.

Resultado: −450 pontos. −R$90. Acumulado do dia: −450 pontos. Acumulado do fundo: +1.415 pontos / +R$693.

Nota de campo: Dia iniciado com erro de configuração — conta real não logada corretamente. Operação válida identificada e executada apenas no simulador. Esse evento foi o primeiro elo de uma corrente que não foi interrompida a tempo. A V1 foi cruzada na primeira entrada sem confirmação às 11h25. A partir dali o sistema deixou de operar — o tilt assumiu. Meio mês de resultado devolvido em uma manhã. O processo existe exatamente para dias como esse. Amanhã a plataforma abre com as configurações corretas.

25/05/2026

SHORT

0 pts

Contexto de mercado: DI e dólar futuro nos 15 minutos abrindo com gap de baixa — radar macro sinalizando pressão vendedora. Mini índice abrindo com gap de alta mas com preço em queda consistente em direção ao fechamento do gap. Divergência entre o gap de abertura e o comportamento do preço já indicava contexto de fraqueza.

Setup identificado: às 10h10, CatcherOsc alinhado para baixo nos dois tempos gráficos — vermelho no 15 e no 5 minutos. Candle de sinal ativado. Entrada não executada imediatamente — feeling de que algo poderia estar errado. A espera se justificou: houve uma tentativa de respiro que teria gerado cerca de 250 pontos de exposição negativa sem stopar. Candle fechou em doji. Entrada executada na mínima do candle de sinal das 10h10 imediatamente após o fechamento.

Execução: entrada SHORT. OCO configurado: alvo 150 pontos, stop 300 pontos, trailing ativado aos 100 pontos. Operação atingiu 140 pontos de exposição positiva — 10 pontos abaixo do gatilho do trailing. Voltou e encerrou no zero a zero pelo trailing stop. Imediatamente após a saída, o preço desabou na direção da operação. Ossos do ofício.

Resultado: 0 pontos. R$0. Acumulado do dia: 0 pontos. Acumulado do fundo: +1.865 pontos / +R$783.

Nota de campo: falha de configuração na abertura — plataforma travada para 1 operação por dia desde sexta, não reconfigurada para 4. Resultado: dia encerrado após o zero a zero sem possibilidade de nova entrada. A falha não comprometeu o capital mas comprometeu o processo — e isso incomoda mais do que um loss. O feeling de esperar antes de entrar foi correto e evitou uma exposição negativa relevante. O trailing fez seu trabalho dentro das regras. O mercado fez o resto. Melhor um dia no zero a zero do que um dia no loss — e essa frase não é consolo, é dado.

22/05/2026

SHORT

+150 pts

Contexto de mercado: sexta-feira. Final de mês à vista. Mercado abrindo sem direção clara, volatilidade comprimida na abertura. Contexto macro sem catalisador relevante na sessão.

Setup identificado: DT Oscillator no 15 minutos indicando momentum vendedor — SK abaixo do SD em expansão em direção à zona de sobrevenda. Alinhamento confirmado no 5 minutos. CatcherOsc vermelho nos dois tempos gráficos. Sinal M3 ativado: candle vermelho com mínima violada dentro do limite de 300 pontos.

Execução: entrada SHORT na violação da mínima. OCO configurado: alvo 150 pontos, stop 300 pontos, trailing ativado aos 100 pontos. Operação encerrada no alvo. Plataforma travada imediatamente após o fechamento.

Resultado: +150 pontos. +R$30. Acumulado do dia: +150 pontos. Acumulado do fundo: +1.865 pontos / +R$783.

Nota de campo: ansiedade presente desde antes de sentar. Sexta-feira, final de mês, mercado sem clareza — combinação que historicamente aumenta o ruído interno. O sinal apareceu limpo mas a vontade de buscar uma segunda operação existiu. Foi ignorada. Depois do gain, os sinais sumiram do gráfico e o horário foi avançando. Plataforma travada no lucro antes de qualquer decisão que pudesse ser tomada no estado errado. Um dia de 150 pontos em sexta de final de mês, com cabeça comprometida, é exatamente o tipo de dia que o processo existe para proteger. Resultado correto. Processo correto.