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12/08/2026SHORT/LONG−150 pts

O stop que não pedia minha mão

Contexto de mercado

DI abrindo no fechamento anterior, caindo até −0,5%, subindo forte até +0,5% e seguindo lateral dali. Dólar com movimento parecido, agora no zero a zero. Mini índice abrindo no fechamento anterior, cotando −0,5%, seguindo perto de −0,20%, acompanhando a VWAP numa lateralidade estranha, formando um triângulo com pavios nos dois sentidos — comportamento esperado no dia seguinte a uma queda forte como a de ontem.

Setup identificado

Duas operações, ambas 100% alinhadas. Primeira, na venda, às 12h08. Segunda, na compra, às 13h56, decidida com o raciocínio de que, tendo esperado até ali sem sair do sistema, não operar um sinal válido não compensava.

Execução

Primeira — 85 pontos de MEP, stop cheio em 7min50s. Segunda — 24 minutos de duração, alvo cheio.

Resultado

−150 pontos. −R$60 (dois contratos). Acumulado do fundo: +4.260 pontos / +R$1.322.

Nota de campo

Dia pesado por dentro, processo inteiro por fora. O stop da primeira operação veio acompanhado de autopunição por não mover o stop manualmente — mas o preço nunca cruzou o gatilho automático dos 100 pontos, então não intervir não foi falha, foi exatamente o que o sistema pede. A vontade de operar fora do sistema pra calar o desconforto apareceu forte logo depois, e não virou ordem: respiração, saída da tela, retorno com a cabeça mais fria. A segunda entrada pagou o alvo cheio. Fecha o dia com a decisão mais madura de todas: travar a plataforma por conta própria, antes de outros compromissos, em vez de arriscar forçar mais uma operação sob pressão de tempo. Dia no vermelho, processo impecável do início ao fim.