Cristalização do padrão pós-ganho + fechamento de Agosto/26
Setup identificado
Quatro operações, uma compra e três vendas.
Execução
10h26, 2min17s, alvo cheio. 11h40, 12min22s, quase-ganho (+5pts). 12h10, 2min35s, stop cheio. 12h22, 7min34s, stop cheio.
Resultado
−450 pontos. −R$90 (1 contrato). Acumulado do fundo: +2.465 pts / +R$874.
Nota de campo
Sequência de ganho seguido de dois stops consecutivos reforça um padrão já nomeado em 27/08: ansiedade pós-ganho deteriorando o julgamento nas operações seguintes. A partir de amanhã, modo de segurança proposto: máximo de 1 operação por dia enquanto a fase ruim estiver em vigência, com critério de reativação (gain seguido de 2 perdas consecutivas) definido, e critério de desativação ainda em aberto por decisão deliberada.
Fechamento de agosto
Mês difícil, sem meias palavras. Resultado de −R$358, com fator de lucro em 0,72, abaixo de 1: as perdas do mês pesaram mais que os ganhos, não só marginalmente. 65 operações, 41,54% vencedoras, contra uma média histórica mais alta em meses anteriores.
Um número que confirma, com dado real, a regra criada hoje: a maior sequência perdedora do mês foi de exatamente 3 operações, e o padrão descrito na nota de campo (ganho seguido de perdas em sequência) é precisamente o tipo de trecho que compõe essa estatística. O modo de segurança de 1 operação/dia não nasce de uma sensação, nasce de um número que o próprio mês documentou.
O declínio máximo do fundo no mês chegou a −R$628. Dito de outro jeito: agosto foi o primeiro mês, desde que esse registro existe, em que a atribuição do resultado ruim aponta mais para execução e estado psicológico do que para o sistema em si. Os dias com operações fora do Semáforo e a ansiedade pós-ganho carregam a maior parte da explicação.
Contexto que também é honesto manter: o acumulado do ano segue positivo, R$754, com 483 operações e 51,14% de acerto geral. Um mês ruim não apaga o ano, mas também não deve ser minimizado só porque o ano ainda está no verde.